29 julho, 2006

teste, um dois, som


Essa é velha. Relutei em postar pois estava insegura sobre se essa naba funcionaria.

Se não funcionar, tem uma tira bem muiézinha no Tiras da Nina pra quem curte um humor TIPO ASSIM Maitena. Não é o meu caso, mas vá lá...

18 julho, 2006

torta como minha cara


Curto muito documentários National Geographic, Discovery Channel e essa coisa toda. As narrações que dão no saco, às vezes. Ou então aquelas dublagens horrorosas.

Eu fico imaginando o sujeito no estúdio gravando a dublagem para um documentário sobre tsunamis. O cara coloca os fone no ouvido, o técnico no aquário dá sinal de GRAVANDO com o polegar em riste e ele começa então a dar o texto: "Foi horrível... Eu, eu acordei e comecei a colocar as coisas em cima da cama. Quando eu olhei a janela, a água estava no nível da janela. Eu tentava abrir a porta e não conseguia. Meu filho pequeno não parava de chorar no colo e o mais velho perguntava pela mãe que havia saído para fazer compras na cidade vizinha à nossa. Foi horrível..." Daí o técnico fala do aquário: "Ficou ótimo, nem precisa gravar mais uma."

É esquisito, mas tem maneiras ainda mais cretinas de ganhar a vida.

16 julho, 2006

Em Porto Alegre, 19°

Economia de cores não é uma opção fácil, é um estilo de vida.
Assim como esse traço fulêro. Heeh

Já estão no ar as tiras da Nina #4 e #5.

14 julho, 2006

samba do chimarrão crioulo doido


Eu sou catarina e faço chimas melhor que muito gaúcho, embora eu sempre, SEMPRE me queime com água quente na hora de servir. Mas isso já é coisa de gente monga mesmo, o que não quer dizer que seja a mesma coisa que catarina, ao contrário do que muitos possam pensar (efeito luzitano, saca?). Que meu amigo português não leia isso. Pedro, nada pessoal.

Eu tomo mate QUASE todos os dias. É menos ritualístico do que eu gostaria, porque eu aprecio muito a coisa toda, mas às vezes não dá tempo de fazer e tomar antes de sair para a aula ou para o trampo. E tomar à noite eu não curto muito porque esse troço verde e amargo me tira o sono. Para ficar estudando até tarde funciona bem.

Se for comprar uma cuia, não compre muito grande, pois gasta muita erva. Tem um lance de "curtir" a cuia recém comprada também, antes de iniciar o uso. Parece que tem que deixá-la um dia inteiro com erva até a boca, mas acho que isso é bobagem. Dá pra ir curtindo nas primeiras tomadas. Outra: se tu saiu pra tomar mate na rua, não levou erva e lá pelas tantas o chimarrão ficou lavado (gasto), "vire" a erva, ou seja, troque ela de lugar, passando o montinho para o outro lado. Daí é só tacar água de novo (água quente é sempre mais fácil de conseguir) que parece que o chimas tá fresquinho. Essa dica é velha conhecida aqui no sul, mas quem não é daqui talvez não saiba.

Mais dicas pra iniciação ao bom mate:

- Eu prefiro a erva grossa à fina. Entope menos a bomba;
- A água para inchar a erva deve ser morna para não "queimar" o mate, pois a primeira água, se for muito quente, dá essa queimada e isso potencializa o amarguito. Mas fica um amargo meio do mal. Não bom;
- Dizem que chimarrão demais dá câncer de garganta. Mas pra mim isso é mais uma daquelas pesquisas total frau;
- Não deixe a erva muito tempo na cuia entre uma mateada e outra se você não quiser que ela seja colonizada por fungos. Também não bom, até por que não são daqueles que dão barato.

Acompanhamentos que eu curto às pampas com um bom mate:

- Passeio no parque (ou praia). Escolha o mais aprazível na sua cidade, sente-se num banco e fique mateando;
- Alguém que você goste e que goste de chimarrão;
- Cigarrinho. É uma delícia (pra quem fuma);
- Pinhão (coisas de inverno sulista...);
- Chocolate. O meio amargo e o mate amargo;
- Bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Mas de canto, se não rola um efeito estufa do mal;
- Depois de tanta larica listada não me façam ser mais explícita...

Esse post foi totalmente baseado em experiências próprias, inclusive a parte da proliferação de fungos.

13 julho, 2006

hot chiqs


Chiquinha is back!

Um deseinho feito numa conversa de msn com la Chica (baseado numa foto) para avisar que a fera agora está sitiada no coletivo Insanus. E voltou com tudo, como não poderia deixar de ser.

10 julho, 2006

não perdam!


Furtei do site do Museu do Trabalho esta brevidade:

"A irreverência de Adão Iturrusgarai pode ser conferida a partir de 12 de julho em exposição no Museu do Trabalho. Tiras e histórias em quadrinhos antigas, tiras mais novas, e desenhos feitos na infância, em papel oficio, coloridos a lápis. Tudo isso está na mostra retrospectiva da carreira do artista, que traz ainda o processo desde o rabisco até a colorização no computador pro público entender como funciona o trabalho do artista. Adão promete revirar o baú de originais antigos, do tempo em que ainda se fazia desenhos no papel."

Não dá pra não ir.

O Museu do Trabalho fica na Andradas, 230, Porto Alegre.
Visitação de 13 de julho a 13 de agosto de 2006, terça a sábado, das 13h30 às 18h30min e domingo das 14h às 18h30.

06 julho, 2006

eba! uma tira nova!


Quando era guria eu sempre quis que meus brinquedos tivessem vida própria, tipo Toy Story. Daí a gente cresce, baixa um espírito de porco e fica assim.

05 julho, 2006

the colors comics


Essa coisinha boba eu fiz no meu COLORS Notebook, um projeto da COLORS Magazine.

O barato é o seguinte: tu tinha que enviar um email até dia 15 de junho solicitando o teu Colors Notebook, que chegaria em branco, pra tu colocares tuas idéias, textos, ilustrações, enfim, uma revista totalmente editada por ti. Depois de preenchido, tu tens que reenviá-lo para a Itália (!), e os COLORS Notebooks, que fazem parte do Projeto Bloco de Notas da COLORS, do mundo inteiro serão expostos no Centro Pompidou em Paris no final de outubro desse ano. Quem me deu essa dica foi meu pai, o Eduardo Nasi, que é meu amigo, amigão, há 12 anos. Depois de tanto tempo de amizade ele teve que assumir a paternidade.

Como eu enviei o pedido dois dias depois de expirado o prazo já tinha desistido de receber e até tava achando ótimo, pois ele deve retornar preenchido (ou parte dele) até 30 de julho e eu teria pouco tempo hábil para tanto. Mas qual não foi minha surpresa quando abri minha caixa de correio ontem? Tchãrans.

Resolvi fazer um COLORS Comics Notebook, e numa das páginas, quando tava para desenhar vários Reginaldos, meio que surgiram esses nada-personagens, que eu vou chamar de Colors Comics. Tem mais piadas com eles (umas melhores, prometo) e provavelmente meus próximos posts terão muitos dos desenhos feitos no meu COLORS Comics Notebook, afinal, the deadline is near.

Elas são no meu inglês fino porque, oras, tempos de globalização, you know...

nota: comecei a fazer o upload de tiras no Tiras da Nina Gallery. Check it out!

03 julho, 2006

Aonde (sic) você guarda sua Zongo?


O Benett lançou a campanha no blog dele e eu resolvi fazer diferente. Era para mandar uma foto mostrando onde você guarda sua revista Zongo. Eu fiz esse video besta com minha web cam e editei no Windows Movie Maker, que aqui o esquema é tosco MESMO.

[dicas de links legas]

Eu fico catando quadrinhos pela internerd afora e o mundo tá cheio de gente fazendo um monte de coisa bacana (e merda, muita merda, diga-se) e diferente. Como eu tenho 12 anos, sou muito jovem ainda, é fácil conhecer e se maravilhar com as novidades. Numa das minhas clicanças achei esse cara, o Doug Allen, que é tri massa. Nos links gringos ali ao lado (andei atualizando mas ainda tenho o que melhorar), tem mais coisas.

01 julho, 2006

recuperando a nota do semestre AFU




Dois desenhos que eu acabei de fazer na casa do superbróder Juca. Fizemos uma dupla dinâmica de estudos para a prova de recuperação de Teoria Política no fim de semana e isso rendeu vários desenhos em papel kraft com carvão, como esses, mais dois filmes idiotas e um jogo decepcionante. O primeiro filme foi O Âncora e o segundo, Shaun of the dead.
O jogo, sem cometários. Os estudos, menos ainda.
Mas a diversão valeu, até por que a mãe dele atocha a gente de guloseimas AFU.

nota: o Juca é a pessoa que mais fala AFU que eu conheço.
nota 2: isso não é muito relevante.
nota 3: o que Gramsci diria sobre isso?