14 dezembro, 2006

eu sou pobrinha mas me divirto

Essa tira vagabunda e mal feita eu fiz logo que larguei meu estágio. Se vida de Oséias já é foda, fazendo voto de pobreza fica ainda mais difícil...

E abaixo uma outra que fiz ano passado mas que ainda está valendo, afinal, continuo pobre e vivendo a vida em perdição.

Alguém tem um scanner encalhado em casa para negócio?

Mais uma Tira da Nina.

28 novembro, 2006

dude, we are lost!

Uma tira da Nina inédita em homenagem aos fãs de Lost. E do Sayid.
Aproveito a deixa também pra dizer que achei bem fraquinho esse início da terceira temporada, com alguns momentos interessantes. A participação do Santoro foi econômica, a propósito. A segunda temporada ainda é minha preferida. De todo modo, é triste saber que só em fevereiro a série retorna.

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Fim de semestre, aquela coisa de desespero. Atualizações esparsas. Nada de desenho. Nada de cérebro. Tiras frau.
Blé.

11 novembro, 2006

Fortunately, those days are over

Caras, a BBC Brasil disse nessa notícia que a tal camisinha Pronto era colocada em um segundo (ok, piada). No site da Pronto pode-se claramente observar no vídeo que evidentemente leva um pouco mas que um segundo. Mas convenhamos, o cara que inventou essa camisinha merece o Nobel de Medicina! Preventiva...

08 novembro, 2006

colors comics 2 e 3

Eu postei o número um dessas batatinhas coloridas, que na verdade não são nada, mas não tinha postado o resto. Here it is. (Estão em inglês porque foi pro estrangeiro, QUE VERGONHA!)





Em Tiras da Nina uma velha nova sobre o uso da camisinha.

04 novembro, 2006

The Muppets - manamana

Não fazem mais nada decente para o público infantil assistir na TV brasileira. Deve ser muito caro...

Bons eram os tempos da TV Colosso. Eu tiraria a manhã de folga pra assistir se ainda estivesse no ar. Pensando bem, eu tenho todas as manhãs de folga agora que estou desempregada...

Quando criança eu curtia muito os Muppets Babies, um desenho mui fofinho que dava, acho eu, no Xou da Xuxa. Here's the intro.

02 novembro, 2006

reedição

A reedição deste quadrinho é uma homenagem aos meus vizinhos que não mais ouvem Gipsy Kings mas umas músicas dançantes ainda não identificadas. Essa gente não teme pela própria saúde?

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Toothpaste for dinner: cartuns toscos de um cara de Ohio, EUA, atualizados todos dias. Difícil manter o nível do humor engraçado atualizando com essa freqüência (o Dahmer não conta), mas dá para encontrar umas belezinhas tipo esse.

22 outubro, 2006

O HORROR

[quadrinho que mandei pra Julia]

Hoje terminou o II Festival de Cinema Fantástico (serviço tardio, eu sei), que começou na terça-feira em três salas de cinema de Porto Alegre. Rolou mostra competitiva, cursos, exibição de obras nacionais, internacionais, sessões comentadas e homenagem ao mestre do gênero no Brasil, José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Sua filha, Liz Marins, ou Liz Vamp, esteve em Porto Alegre, recebendo a homenagem e exibindo seu filme Aparências.

Do festival eu assisti dois do Mestres do Horror, série de 13 filmes com duração de uma hora, realizada em 2005. Vi mas não curti, diga-se. Quinta-feira eu vi Chocolate, de Mick Garris e Homecoming, de Joe Dante, ambos na sala P.F. Gastal, este segundo, de zumbis, menos pior que o primeiro. O filme tira sarro do governo Bush e os zumbis são soldados que lutaram na guerra do Iraque e, fulos da vida, insistem em votar nas eleições presidenciais. Depois segui para a sala Paulo Amorim, na Casa de Cultura Mário Quintana, para assistir A meia-noite levarei sua alma, do Zé. Sábado foi a vez do maluquíssimo O despertar da besta ou Ritual dos sádicos também dele.

18 outubro, 2006

gema e reginaldo


Chiquinha está cada vez mandando mais brasa e foi a última entrevistada para o documentário que estamos fazendo para a disciplina de Linguagem de Vídeo. Postarei as fotos quando estiverem reveladas. Tem dela e da entrevista com o Fábio Zimbres. Ah, parece que a moça vai colocar camisetas chiquinhais à venda em breve. Já fiz minha encomenda.

Ainda sobre o documentário: rolou até um papo com o Angeli quando de sua vinda a Porto Alegre para divulgar o Wood & Stock. Pena que eu não pude ir. :(

Mais uma Tira da Nina no ar.

02 outubro, 2006

a pedidos

Tá meio fora de contexto, mas é que a tira anterior terminava com o Reginaldo pedindo uma beijoca pra Regina e tals.

29 setembro, 2006

Os Caras

(Enquanto eu não tomo vergonha na cara e desenho alguma porra de uma tira)

Amanhã, sábado 30, às 18h, abre a exposição Adelante do incomparável (esses adjetivos são ótimos) Fábio Zimbres na Galeria Adesivo (Lopo Gonçalves, 382, Cidade Baixa | Poa). Parece que a exposição consiste em desenhos em lâminas de plástico PVC pendurados no espaço da galeria de modo que o visitante pode circular no meio da coisa toda. Estarei lá com minha praktiquinha.


Dia 05 de outubro (acho que às 19h), quinta-feira, o pai de todos Santiago estará lançando o livro Conhece o Mário? Pequeno e utilíssimo dicionário de empulhas e pegadinhas na Livraria Bamboletras (Centro Comercial Nova Olaria | Rua Gen. Lima e Silva, 776 loja 03 | Poa). Li numa entrevista de um jornalzito de distribuição gratuita (Varanda Cultural) aqui de Poa, uma frase dele muito engraçada sobre o jornal Zero Hora, que fala sobre a edição de domingo: "Tem uma edição feita na sexta com notícias de quinta, que circula no sábado mentindo que é de domingo." Ou então "É o único produto que se atribui nota na capa: zero."


A foto acima é de minha autoria e o cara desenhando é o Gabriel Renner. Saquei la fotito (repare que ele está desenhando uma daquelas fadas loucas) na última terça-feira, quando meu grupo da disciplina de Linguagem de Vídeo foi até São Leopoldo para captação de imagens e depoimento sobre 'sua vida de cartunista' para o documentário que encasquetamos de fazer para a cadeira. O Gabriel foi nosso primeiro entrevistado. Hoje tivemos nossa segunda saída de câmera e o entrevistado foi o Zimbres. Que medo dessa coisa de video-maker wannabe. Mas vambora. Fato é que ando fazendo o making-off fotográfico das filmagens e aqui dá pra ver melhor a cara do Jesus Renner.

{Ié-ié-ié de Porto Alegre ao Tim Festival}
O cara integrou a Graforréia Xilarmônica, lançou um disco solo mucho louco e mui lindo (a música Biquínis em versos tem uma frase que diz Garota te quero pra mim só você / traduz biquínis em versos, que convenhamos, é uma pérola), integra a banda de jovem guarda enlouquecida Os Atonais (com a qual eu tive o prazer de gravar e fazer uma participação ao vivo cantando) e agora lança um clipe da música Ié-ié-ié do Oiapoque ao Chuí, que faz parte de seu disco solo. Não bastasse tudo isso Marcelo Birck estará no Tim Festival dia 29 de outubro, na Marina da Glória, Rio de Janeiro. Abaixo, transcrevo um pedaço do release:

Na última noite do TIM Festival, no Rio de Janeiro, o gaúcho Marcelo Birck se apresentará no palco TIM Lab, espaço reservado à música experimental. O cantor, guitarrista e compositor estará acompanhado de uma banda composta de guitarra (Bruno Alcalde), baixo (Felipe Faraco), bateria (Alexandre Birck) e computadores, equipados com softwares para interação com execuções em tempo real, emuladores de máquinas obsoletas e equipamentos construídos a partir da reciclagem de circuitos eletrônicos (Thomas Dreher).

Que time...

ass. Mauren Palomino

(veja: tiras novas véias da Nina)

24 setembro, 2006

fabicanos na área


Espantando as moscas e espanando a poeira deste blógue, faço uma homenagem a estudantes e ex-estudantes da Fabico (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS), onde curso jornalismo.

Começando com esta fotinho que achei entre as fotos da formatura da minha amiga Jousi, recém formada em jornalismo por esta egrégia universidade. O retrato (curto desenhar e fotografar retratos) acima é do Elvis, ex-fabicano, que se formou em publicidade e agora estuda Filosofia. Sentado ao meu lado, Elvis fazia profundos questionamentos acerca da polenta. Ah sim, a formanda também teve que pagar a conta da toalha de mesa rabiscada.

Um fabicano que está mandando MUITA BRASA nos quadrinhos e, não bastasse isso, é colorado: Hilton e sua Guarda Nacional.

Ando curtindo às ganha fotografia, tanto que comprei uma Praktica MTL3 e estou pensando em largar os quadrinhos e me dedicar exclusivamente à foto HUÁ! Aproveito o ensejo para indicar o Flickr do meu grande amigo e outro ex-fabicano João Pedro Perassolo, que curte muito Lomografia, toy cameras e tem algo a mostrar sobre Paris, Viena, Amsterdam, Londres e outras frescuras de gente nojenta.

13 setembro, 2006

Raul Pedro de Lara

Essa tira é bem antiga, eu não tinha postado porque não curti muito (saudades dessa caneta da Faber Castell que acabou). Mas como estou sem material novo vou atochar. A treta é que estou assoberbada com a faculdade e sinto informar meus 10 leitores que os posts ficarão cada vez mais escassos. A não ser que eu comece a colocar aqui os desenhos que eu faço dos professores, mas isso só faz sentido para meus coleguinhas.

O caso é que pelo menos estou indo às aulas e fazendo os trabalhos solicitados, e isso só aconteceu um mês depois de iniciado o semestre.

Deixo aqui então uma pérola do róque gaúcho para a informação e entretenimento da juventude (de qualquer idade).

06 setembro, 2006

hq pra estrangeiro ver



Chegou a compilação chamada BICYCLE LOVE, realizada pela Julia Wertz, de San Francisco, especialmente para expor e vender na banca dela no APE, exposição de quadrinhos independentes que rola por lá todos os anos. O APE rolou em abril. Ela mandou também a edição nº 1 dos mini comics dela e um bottom Fart Party, seu site.

Na página da esquerda, acima, tem a HQ que eu mandei a convite dela. Na mesma edição tem também trampo do Arnaldo, que é esse aqui. Não vou postar porque a qualidade da impressão ficou TERRÉVEL e compromete o excelente trabalho do meu amigo. Arnaldo, querido, a bitch só mandou um exemplar, infelizmente...

A Julia faz uma espécie de diário em quadrinhos e é bem divertido, acreditem. Os personagens recorrentes são o namorado, Oliver, o irmão mais velho, Josh, e a mãe, Cheryl. A Julia é recém graduada (não lembro em quê), trabalha de garçonete, anda muito MUITO de bicicleta, curte cerveja, esquilos e ursos e faz quadrinhos desde o high school. Já publicou vários mini comics de próprio punho.

Ao lado, na segunda folha, tem Laura Park acima e quadrinho do James Kochalka.

*Tira da Nina #19 no ar.

03 setembro, 2006

tadáá! DESDOBRE e leia



Estou colocando na roda esse zininho (na verdade, é uma história em quadrinhos em 14 quadros) que eu fiz em junho. Acima está a capa e os dois primeiros quadros. Estoy vendendo a dois pilas e para adquiri-la você deve enviar um e-mail para mauren.veras@gmail.com que eu te mando meu endereço pra você enviar os cobres.
Estou com preguiça de escrever, além do mais, faz 11 graus em Porto Alegre e eu estou louca pra me acobertar e ver um filminho. Portanto, eu os deixo com esse texto que meu pai Eduardo Nasi fez enchendo minha bolinha:

"É preciso que antes de tudo se entenda que a Mauren é uma fanzineira tardia. Desdobre é sua estréia, uma história em 14 quadrinhos desenhados em frente e verso uma folha de papel ofício dobrada. Aliás, ela também começou a fazer quadrinhos depois de completar 25 anos. Mas tudo bem, o Harvey Pekar também era velho quando criou American Splendor. E ele nem mesmo desenha.

(...) Em Desdobre, a garota apresenta um conto mezzo autobiográfico mezzo ao vinho tinto sobre uma cartunista que, bebinha, tenta desenhar uma HQ que a deixe feliz. Em vez de optar por uma leitura linear, os quadrinhos são lidos na seqüência em que o papel se desdobra. É um formato que, como as tiras da Mau, une simplicidade e ousadia. (nota da blogueira: RÁ RÁ!)

O zine tem apenas 100 cópias, cada uma assinada e numerada a mão, e custa dois reais."

Valeu Du, a grana tá entrando na conta ainda hoje...
E então, alguém vai arriscar?

25 agosto, 2006

21 agosto, 2006

revista Bongolê Bongoró


Bongolê Bongoró é uma revista de 90 páginas produzida pelo Melius Zapiranga Bongo (hein?), de Brasília, e que contém histórias em quadrinhos realmente engraçadas, textos estranhos, além de ilustrações bizarras, belas, loucas e profusas. Tem até umas partituras musicais que dialogam com os textos e desenhos. Traço maduro, tem o sujeito.

Para adquirir a Bongolê você tem que enviar 5 pilas pra Caixa Postal 6116, 70740-971 Brasília/DF. Achou o esquema ruim? Escreve pra ele (meliusbongo@yahoo.com.br) e negocia. Ah sim, vale cada centavo, até por que você também recebe um mini-poster (na foto acima, sob a revista) bem bacana de brinde, em tamanho A3. Parece até uma gravura, só que num estilo mais contipurâneo de desenho.

Peruntei pro cara se a revista possuía colaboradores e a resposta que ele me deu foi

Bom, a nossa equipe é constituída de excelentes profissionais de renome internacional e alto gabarito, mas quem assina tudo sou eu. hahahaha
Em breve eles começam a andar com as próprias pernas por aí. Esses garotos ainda não têm o que é necessário para sobreviver na selva do mercado editorial nacional, se é que você me entende, então vou dando uma forcinha pros coitados!

Acho que o canalha fez ela toda sozinho mesmo.

Acessem o blog da Bongolê, que ali tem uma CANJA do conteúdo da revista.

16 agosto, 2006

um praguejo & a glória do desporto nacional


Praguejando um pouco pra não perder o costume.

Recordar é viver um passado que não volta, mané: Tiras da Nina atualizado com novas velharias.

Tava pensando: o dia em que comecei a desenhar a Nina foi 14 de agosto de 2005. Faz um ano que comecei essa palhaçada.

Mas praguejar pra quê?...


...Colorado! iéé!

13 agosto, 2006

entrevisteca

O Egs, um genial discotecário (embora muitas vezes mal compreendido), fez esta entrevista aqui para uma matéria sobre blogs gaúchos de quadrinhos no site Overmundo. Tem mais Chiquinha, Sica e André Macedo.

Só uma correção: ele fala que está para rolar uma participação numa exposição em São Francisco, EUA. Mas essa participação já aconteceu e foi no APE, em abril. O convite foi feito pela Julia Wertz, um contato que tenho do Flickr. A entrevista foi feita há um tempo e só agora foi pro ar, talvez por isso o equívoco. Quando chegarem as Mini Comics que a Julia me prometeu, com a colaboração, eu digitalizo e coloco aqui.

Dá um conferes lá na entrevisteca.

10 agosto, 2006

lingüística catarinense & magnata do turismo sexual


Manezês é o dialeto falado em Florianópolis pelo (dã) manézinho, nativo da ilha. Aqui, não raro, você vai mesmo ouvir as expressões acima, mas só se o manézinho for autêntico mesmo. Se for tipo eu, gaúcha natural de Florianópolis, fajuta, só se for pra tirar sarro mess.

Existem várias dessas, que não lembro, mas se lembrar (ou ouvir enquanto estiver na ilha), eu faço um update. Dá pra fazer uma série de quadrinhos só com o manezês. É hilário. A única que lembro agora, que não está na tira, é PAXTILHA DI PROSA, que significa ficha telefônica.

Fiz essa bagaça aí no meu sketchbook, sentada num quiosque à beira mar, tomando uma skol big neck. Terapia anti-stress.

Tiras da Mau está no One Zillion Dollars Home Page. Turismo sexual em Florianópolis dá dinheiro, sabiam? Os caras da banda TudocorE chuparam a idéia do britânico que vendeu um milhão de pixels no site Million Dollar Home Page para pagar sua faculdade. A TudocorE tem um propósito ainda mais nobre: encher nossos ouvidos com composições próprias e versões num hard core engraçado, de músicas, como por exemplo, o tema do desenho animado Cavalo de Fogo. Quase chorei lembrando da aurora da minha vida quando assistia a Sara versus Diabolim. O preço do anúncio? Mil dólares cada pixel. Pois então, larguei minha de estagiária e estou vendendo meu corpo a peso de ouro em Floripa, a ilha da magia. Foi assim que paguei muito caro pelo maior banner que o site tem até agora. A Toscographics, a revista F., os Malvados e o Hemetério já têm os seus também. Dá um conferes lá.

05 agosto, 2006

Feio, fraco e formal


Este é o Feio, um boneco tosco de feltro. O Feio* foi a primeira coisa que eu fiz no meu primeiro dia de licença saúde de 10 dias. Meu psiquiatra me deu dez dias de licença e remédios para dormir. No segundo dia (hoje), peguei o Feio, meus remédios e meu caderno de rabiscos e fui passar uns dias com meu pai e meu irmão na FEIA cidade de Florianópolis**. Hasta.

[fora de contexto]
Ah, e não deixem de visitar o site do Diego Medina (ex-Video Hits, Doiseu Mindoisema - sei lá como escreve essa porra, etc etc). O cara é um poço de criatividade no que quer que seja, além de ser um genialíssimo artista gráfico. Pra quem não sabe, é dele o histórico hit EPILÉTICO.

*A Chiquinha disse que parece o demo. Hehe
**Victor "Bahia" Valente: caso você leia essa naba mande-me um e-mail (mauren.veras@gmail.com) com seu telefone residencial. Deixei minha agenda em Porto e quero ver você para, quem sabe, comer uma moqueca, beber graspa, relembrar sua visita para o show do Cake e se pá até dançar um forró. Blé.

29 julho, 2006

teste, um dois, som


Essa é velha. Relutei em postar pois estava insegura sobre se essa naba funcionaria.

Se não funcionar, tem uma tira bem muiézinha no Tiras da Nina pra quem curte um humor TIPO ASSIM Maitena. Não é o meu caso, mas vá lá...

18 julho, 2006

torta como minha cara


Curto muito documentários National Geographic, Discovery Channel e essa coisa toda. As narrações que dão no saco, às vezes. Ou então aquelas dublagens horrorosas.

Eu fico imaginando o sujeito no estúdio gravando a dublagem para um documentário sobre tsunamis. O cara coloca os fone no ouvido, o técnico no aquário dá sinal de GRAVANDO com o polegar em riste e ele começa então a dar o texto: "Foi horrível... Eu, eu acordei e comecei a colocar as coisas em cima da cama. Quando eu olhei a janela, a água estava no nível da janela. Eu tentava abrir a porta e não conseguia. Meu filho pequeno não parava de chorar no colo e o mais velho perguntava pela mãe que havia saído para fazer compras na cidade vizinha à nossa. Foi horrível..." Daí o técnico fala do aquário: "Ficou ótimo, nem precisa gravar mais uma."

É esquisito, mas tem maneiras ainda mais cretinas de ganhar a vida.

16 julho, 2006

Em Porto Alegre, 19°

Economia de cores não é uma opção fácil, é um estilo de vida.
Assim como esse traço fulêro. Heeh

Já estão no ar as tiras da Nina #4 e #5.

14 julho, 2006

samba do chimarrão crioulo doido


Eu sou catarina e faço chimas melhor que muito gaúcho, embora eu sempre, SEMPRE me queime com água quente na hora de servir. Mas isso já é coisa de gente monga mesmo, o que não quer dizer que seja a mesma coisa que catarina, ao contrário do que muitos possam pensar (efeito luzitano, saca?). Que meu amigo português não leia isso. Pedro, nada pessoal.

Eu tomo mate QUASE todos os dias. É menos ritualístico do que eu gostaria, porque eu aprecio muito a coisa toda, mas às vezes não dá tempo de fazer e tomar antes de sair para a aula ou para o trampo. E tomar à noite eu não curto muito porque esse troço verde e amargo me tira o sono. Para ficar estudando até tarde funciona bem.

Se for comprar uma cuia, não compre muito grande, pois gasta muita erva. Tem um lance de "curtir" a cuia recém comprada também, antes de iniciar o uso. Parece que tem que deixá-la um dia inteiro com erva até a boca, mas acho que isso é bobagem. Dá pra ir curtindo nas primeiras tomadas. Outra: se tu saiu pra tomar mate na rua, não levou erva e lá pelas tantas o chimarrão ficou lavado (gasto), "vire" a erva, ou seja, troque ela de lugar, passando o montinho para o outro lado. Daí é só tacar água de novo (água quente é sempre mais fácil de conseguir) que parece que o chimas tá fresquinho. Essa dica é velha conhecida aqui no sul, mas quem não é daqui talvez não saiba.

Mais dicas pra iniciação ao bom mate:

- Eu prefiro a erva grossa à fina. Entope menos a bomba;
- A água para inchar a erva deve ser morna para não "queimar" o mate, pois a primeira água, se for muito quente, dá essa queimada e isso potencializa o amarguito. Mas fica um amargo meio do mal. Não bom;
- Dizem que chimarrão demais dá câncer de garganta. Mas pra mim isso é mais uma daquelas pesquisas total frau;
- Não deixe a erva muito tempo na cuia entre uma mateada e outra se você não quiser que ela seja colonizada por fungos. Também não bom, até por que não são daqueles que dão barato.

Acompanhamentos que eu curto às pampas com um bom mate:

- Passeio no parque (ou praia). Escolha o mais aprazível na sua cidade, sente-se num banco e fique mateando;
- Alguém que você goste e que goste de chimarrão;
- Cigarrinho. É uma delícia (pra quem fuma);
- Pinhão (coisas de inverno sulista...);
- Chocolate. O meio amargo e o mate amargo;
- Bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Mas de canto, se não rola um efeito estufa do mal;
- Depois de tanta larica listada não me façam ser mais explícita...

Esse post foi totalmente baseado em experiências próprias, inclusive a parte da proliferação de fungos.

13 julho, 2006

hot chiqs


Chiquinha is back!

Um deseinho feito numa conversa de msn com la Chica (baseado numa foto) para avisar que a fera agora está sitiada no coletivo Insanus. E voltou com tudo, como não poderia deixar de ser.

10 julho, 2006

não perdam!


Furtei do site do Museu do Trabalho esta brevidade:

"A irreverência de Adão Iturrusgarai pode ser conferida a partir de 12 de julho em exposição no Museu do Trabalho. Tiras e histórias em quadrinhos antigas, tiras mais novas, e desenhos feitos na infância, em papel oficio, coloridos a lápis. Tudo isso está na mostra retrospectiva da carreira do artista, que traz ainda o processo desde o rabisco até a colorização no computador pro público entender como funciona o trabalho do artista. Adão promete revirar o baú de originais antigos, do tempo em que ainda se fazia desenhos no papel."

Não dá pra não ir.

O Museu do Trabalho fica na Andradas, 230, Porto Alegre.
Visitação de 13 de julho a 13 de agosto de 2006, terça a sábado, das 13h30 às 18h30min e domingo das 14h às 18h30.

06 julho, 2006

eba! uma tira nova!


Quando era guria eu sempre quis que meus brinquedos tivessem vida própria, tipo Toy Story. Daí a gente cresce, baixa um espírito de porco e fica assim.

05 julho, 2006

the colors comics


Essa coisinha boba eu fiz no meu COLORS Notebook, um projeto da COLORS Magazine.

O barato é o seguinte: tu tinha que enviar um email até dia 15 de junho solicitando o teu Colors Notebook, que chegaria em branco, pra tu colocares tuas idéias, textos, ilustrações, enfim, uma revista totalmente editada por ti. Depois de preenchido, tu tens que reenviá-lo para a Itália (!), e os COLORS Notebooks, que fazem parte do Projeto Bloco de Notas da COLORS, do mundo inteiro serão expostos no Centro Pompidou em Paris no final de outubro desse ano. Quem me deu essa dica foi meu pai, o Eduardo Nasi, que é meu amigo, amigão, há 12 anos. Depois de tanto tempo de amizade ele teve que assumir a paternidade.

Como eu enviei o pedido dois dias depois de expirado o prazo já tinha desistido de receber e até tava achando ótimo, pois ele deve retornar preenchido (ou parte dele) até 30 de julho e eu teria pouco tempo hábil para tanto. Mas qual não foi minha surpresa quando abri minha caixa de correio ontem? Tchãrans.

Resolvi fazer um COLORS Comics Notebook, e numa das páginas, quando tava para desenhar vários Reginaldos, meio que surgiram esses nada-personagens, que eu vou chamar de Colors Comics. Tem mais piadas com eles (umas melhores, prometo) e provavelmente meus próximos posts terão muitos dos desenhos feitos no meu COLORS Comics Notebook, afinal, the deadline is near.

Elas são no meu inglês fino porque, oras, tempos de globalização, you know...

nota: comecei a fazer o upload de tiras no Tiras da Nina Gallery. Check it out!

03 julho, 2006

Aonde (sic) você guarda sua Zongo?


O Benett lançou a campanha no blog dele e eu resolvi fazer diferente. Era para mandar uma foto mostrando onde você guarda sua revista Zongo. Eu fiz esse video besta com minha web cam e editei no Windows Movie Maker, que aqui o esquema é tosco MESMO.

[dicas de links legas]

Eu fico catando quadrinhos pela internerd afora e o mundo tá cheio de gente fazendo um monte de coisa bacana (e merda, muita merda, diga-se) e diferente. Como eu tenho 12 anos, sou muito jovem ainda, é fácil conhecer e se maravilhar com as novidades. Numa das minhas clicanças achei esse cara, o Doug Allen, que é tri massa. Nos links gringos ali ao lado (andei atualizando mas ainda tenho o que melhorar), tem mais coisas.

01 julho, 2006

recuperando a nota do semestre AFU




Dois desenhos que eu acabei de fazer na casa do superbróder Juca. Fizemos uma dupla dinâmica de estudos para a prova de recuperação de Teoria Política no fim de semana e isso rendeu vários desenhos em papel kraft com carvão, como esses, mais dois filmes idiotas e um jogo decepcionante. O primeiro filme foi O Âncora e o segundo, Shaun of the dead.
O jogo, sem cometários. Os estudos, menos ainda.
Mas a diversão valeu, até por que a mãe dele atocha a gente de guloseimas AFU.

nota: o Juca é a pessoa que mais fala AFU que eu conheço.
nota 2: isso não é muito relevante.
nota 3: o que Gramsci diria sobre isso?

30 junho, 2006

Reginaldo, o pinto - ensaios sobre cor


Eu não gosto de colorir com photoshop. Ok, a verdade é que eu também não sei fazer isso. Mas é que essas cores chapadas não me agradam. Eu gosto do pretobranco, devo estudar mais o estilo também. Sei lá.
Como faz tempo que eu não faço desenho lambido, pensei em dar uma garibada de alguma forma nessa naba aí de cima. Saiu isso.

Preciso voltar a lamber meus desenhos. (eu nem sei como se desenha um raio de um projetor de cinema)

Mas o Reginaldo dando uma bimbada ficou CLASSE!

28 junho, 2006

reabrindo os trabalhos


Buenas indieada!
Estou aqui colando os cacos com cola de sapateiro, mas não é disso que eu quero falar.

Deixei as Tiras da Nina para trás por um motivo muito simples: eu NÃO SOU A NINA! Muitos leitores confundem a Mauren, o deseinho e pá, com a Nina propriamente dita, que foi minha primeira personagem, a lourinha que vivia num barquinho, à deriva, achando que estava em busca do seu namorado, o Bruno, um náufrago que vivia numa ilha com um coqueiro. Deu, acabou. Chega de Nina! Criei a Nina de brincadeira em função do Bruno, que é personagem do Leo Garcia, amigo meu. Nem eu nem ele desenhamos mais a Nina e o Bruno.
Quando eu me pilhar, eu vou deixar o blog Tiras da Nina como um museu com todas as tiras da Nina, que estavam nos primeiros arquivos daquela bagaça.
Por enquanto, fica lá o aviso da mudança de endereço para quem interessar possa.
De resto, bola pra frente que tem França pela frente, né não?

Obrigada àqueles que me escreveram preocupados com meu estado e paradeiro das tiras. Fiquei sinceramente comovida. Vocês sabem quem são.

Achei por bem que Tiras da Mau seria um bom título, simples e direto. Ademais, meus amigos me chamam assim. Quer ser meu amigo?

Consegui colocar uma imagem de cabeçalho meio vagaba com as preciosas tosco-dicas do amigo Gustavo Daher. Só achei que ficou meio pequeno, mas essa tosquice é falha minha mess...

Aviso: os comentários agora são moderados para evitar aqueles spams de merrda.

Post soundtrack: The Fatback Band.